Ponte promove ex-São Paulo para interino até definir novo técnico
Zé Sérgio, que está no clube há dois meses, comandará a Macaca no duelo contra o Vasco, domingo, no Majestoso
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(Foto: Divulgação / Site Oficial do São Paulo)
A diretoria alvinegra já confirmou que é Zé Sérgio quem ficará no banco de reservas contra o Vasco, domingo, às 16h, no Majestoso. A ideia é ter um treinador efetivo para o duelo da rodada seguinte, justamente contra o Palmeiras de Gilson Kleina, no Pacaembu. Alguns nomes já surgem como possibilidades. O mais forte é o de Guto Ferreira, do Mogi Mirim, onde disputa o acesso à Série C do Brasileiro.
- Fomos pegos de surpresa com a saída do Kleina. Amanhã (quinta), com a cabeça mais fria, vamos sentar e discutir os nomes. Primeiro, vamos definir se queremos um técnico sometne para as 13 rodadas finais do Brasileiro ou já para um projeto visando 2013. Depois de delineado o perfil, analisaremos os nomes. Por enquanto, o que está certo é que o Zé Sérgio comanda a equipe domingo – disse o executivo de futebol Ocimar Bolicenho, por telefone.
Como Kleina levou para o Verdão os auxiliares Juninho e Jair Leite e os preparadores Fabiano Xhá (físico) e Palha (de goleiros), Zé Sérgio terá o apoio do coordenador técnico Marcus Vinícius, dos auxiliares de preparação física Thiago Santi Maria e Lucas Benchimo e do auxiliar de preparador de goleiros Eduardo Fratini, que fazem parte da comissão técnica permanente da Ponte.
Comunicado durante a tarde, em Jaguariúna, sobre a decisão da diretoria, Zé Sérgio terá o primeiro encontro com o elenco alvinegro na tarde de quinta-feira. O treino da manhã foi cancelado. Zé Sérgio chegou à Ponte no fim de julho, após nove anos nas categorias de base do São Paulo, onde formou o time bicampeão mundial sub-17 (2007 e 2008) com o volante Wellington, o meia Oscar e o atacante Henrique. Revelou também o zagueiro Breno, o volante Denilson e o meia Lucas.
Como jogador, Zé Sérgio foi revelado pelo São Paulo em meados da década de 70 e ficou no Morumbi até 1984 - chegou a ser eleito o melhor jogador do país em 1980. Vestiu a camisa do Santos, quando foi campeão paulista em 1984, e também do Vasco. Aposentou-se no futebol japonês, em 1991. Logo depois, iniciou a carreira de treinador também no Japão, ao assumir o comando do Kashima Reysol. Em 2003, foi convidado pelo São Paulo, de onde foi demitido após a eliminação na última Copa São Paulo de Futebol Júnior.
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