Ponte vai desativar CT em janeiro de 2013 para iniciar construção da Arena
Expectativa é que obras para o novo estádio da Macaca comecem em março e durem aproximadamente dois anos
2013 (Foto: Divulgação Site Oficial da Ponte Preta)
A expectativa é que as obras comecem em março e durem aproximadamente dois anos. O projeto é desenvolvido desde abril de 2011 e espera o aval da Prefeitura de Campinas para sair do papel. Segundo o coordenador do grupo de estudos da Arena, o gestor Miguel Di Ciurcio, os estudos estão em fase final.
- A Prefeitura de Campinas criou a Célula de Aceleração de Projetos, com o objetivo de avaliar e aprovar projetos importantes para o município. Hoje, os dois que estão sendo acelerados são justamente a Arena da Ponte e a ampliação de Viracopos. Os estudos estão a todo vapor e acreditamos que a construção possa ser iniciada já no início de 2013, razão pela qual o clube não poderá mais ocupar aquele espaço – explicou Di Ciurcio.
Com status de padrão Fifa, a Arena Ponte Preta terá 30 mil lugares, todos em cadeiras cobertas, 2,5 mil vagas de estacionamento, hotel, museu de futebol, centro de convenção, quatro vestiários com área de aquecimento comum, área de alimentação, restaurante com vista para o campo e 480 holofotes em uma área de 86.900 metros quadrados no Jardim Eulina, às margens da Rodovia Anhanguera, onde é hoje a Cidade Pontepretana.
Para cobrir os R$ 40 milhões restantes, a Ponte aposta em investimentos. Tanto que o nome da arena será vendido para alguma empresa, a exemplo do que fez o Atlético-PR. O empreendimento irá gerar cerca de 300 empregos diretos. A Macaca também pretende receber shows no local. O valor pode subir para até R$ 140 mi, caso a Ponte resolva abrir para a instalação de um espaço comercial.
Sede social única
Com a decisão, o clube ficará com apenas uma sede social, já que a Cidade Pontepretana também abriga a unidade Eulina. A diretoria já começou a comunicar os associados sobre o assunto, convidando aqueles que possuem título no Eulina a transferirem, sem nenhum ônus, para a unidade da Paineiras. Se o sócio não quiser migrar de um lugar para outro, a Ponte se oferece para comprar um título similar no Concórdia, Cultura ou Andorinhas.
Outro motivo que levou o clube a desativar uma das sedes é a questão financeira. As duas unidades têm receita bem abaixo dos custos de manutenção. Em 2011, por exemplo, o Eulina arrecadou R$ 435 mil, mas as despesas chegaram a R$ 797,3 mil, com déficit de R$ 362,3.
Com a unificação, a diretoria pretende diminuir o prejuízo. O presidente Márcio Della Volpe acredita que a maioria dos sócios vai migrar para o Paineiras, que passou recentemente por reformas para melhorar a infraestrutura e conta com piscinas, ginásio poliesportivo, quadra de tênis, salão social, restaurante, academia e campo de grama artificial.
- Por tudo o que oferecemos, nossa expectativa é que a maior parte dos sócios migre para o Paineiras. Desta forma, vamos conseguir fortalecer aquela unidade em número de frequentadores e receita - comentou Della Volpe.
Os interessados em fazer a transferência do Eulina para o Paineiras devem procurar o administrador das sedes sociais do clube, Luiz Caprino ‘Galo’ até 30 de dezembro.
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