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PontePress/ThiagoToledo
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Enquanto muitos
torcedores ainda compravam ingressos, a Ponte realizava no CT do Jardim
Eulina o último treinamento antes de enfrentar o Guarani. O técnico Guto
Ferreira fez mistério e vetou a presença da imprensa na parte técnica e
tática da atividade. Mas um torcedor privilegiado assistiu a tudo, com
apoio dos atletas e comissão técnica (e dando apoio a todos também): o
argentino Dario Gigena.
Herói do dérbi de
2003, quando marcou três gols na vitória da Ponte sobre o rival em pleno
estádio do adversário, o atacante – que também fez parte do elenco do
acesso no Brasileiro em 2011 - fez questão de dar uma força aos
jogadores e dirigentes. E, em espanhol, teve uma conversa ao pé do
ouvido com o meia Ramirez, que pode estrear com a camisa alvinegra
amanhã.
“Eu e o Cachito fomos
companheiros de equipe no Peru. Expliquei pra ele a importância do dérbi
e disse como ele pode entrar para a história do clube com um bom
desempenho, ainda mais se ganhar o jogo, como nós ganhamos em 2003”,
conta.
Gigena, por sinal, diz
que guarda até hoje a máscara de gorila com a qual comemorava seus
gols. “Quero assistir a este dérbi junto com a torcida da Ponte no
estádio do adversário e, se conseguir, vou levá-la para usar e torcer
junto com a massa alvinegra”, promete.
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