Guto cita condição física e falta de opções para justificar 2º tempo ruim
Técnico mantém a tranquilidade após queda de produção da Ponte e considera justo empate sem gols com o Mogi na estreia do Paulistão
A queda de rendimento da Ponte Preta no segundo tempo, quando o Mogi
Mirim pressionou e colocou duas bolas na trave, não surpreendeu nem
deixou Guto Ferreira preocupado. Devido à diferença na condição física
das equipes e da falta de opções ofensivas no banco de reservas, o
técnico da Macaca já esperava uma atuação irregular na estreia do
Paulistão. Os times ficaram no 0 a 0 na noite deste domingo, em
Americana, já que o Majestoso está interditado.
- Nós estamos treinando há 15 dias, enquanto que o Mogi começou a preparação em novembro do ano passado. Então, era certeza que haveria uma desvantagem física e que nós teríamos uma queda de produção no segundo tempo, quando fizemos um jogo de superação. Quando perdemos o Rildo, também ficamos sem nosso único jogador de velocidade na frente e não tinha ninguém com as mesmas características para colocar. Isso fez falta com o passar do tempo – analisou o comandante alvinegro, nos vestiários do Estádio Décio Vitta.
Rildo deixou o campo com dores no ombro aos 33 minutos do primeiro
tempo. Em seu lugar, entrou o volante Ferrugem, e Guto precisou
improvisar, adiantando Wellington Bruno. Tudo porque não pôde contar com
Chiquinho e Alemão, que estão com problemas na documentação. Chiquinho
treinou a pré-temporada como titular, enquanto que Alemão era seu
substituto imediato. Diego Rosa e Rossi, machucados, também ficaram fora
da estreia. O único homem de frente no banco era o centroavante
Giancarlo.
- Infelizmente perdemos alguns jogadores importantes para essa posição para essa primeira rodada. Então, eu busquei uma solução com o Ferrugem, que tem bastante velocidade e tentou auxiliar na marcação e no ataque. A ideia não foi efetiva, mas era o que poderíamos fazer, já que tínhamos poucas opções – comentou.
Guto Ferreira, porém, não viu apenas pontos negativos na Ponte. Ele elogiou o primeiro tempo da equipe, reclamou da violência do Mogi e achou que a Macaca foi prejudicada com a não marcação de um pênalti em William. No fim, considerou justo o empate sem gols.
- Foram dois tempos distintos. No primeiro, fomos melhores, criamos boas chances e a arbitragem errou em lances capitais. Teve o lance no William, que quem viu pela televisão achou pênalti. Sem contar a aplicação de cartões. O Mogi bateu muito. O Rildo foi caçado, tanto que teve de sair, mas o árbitro não puniu como deveria. Depois, no segundo tempo, o Mogi melhorou e pressionou, mas ninguém fez por merecer a vitória. Se o Mogi tivesse sido tão superior assim, teria dominado também o primeiro tempo – disse.
Em busca da primeira vitória na temporada, a Macaca volta a campo quarta-feira, às 17h, contra o Corinthians, no Pacaembu. Rildo é dúvida. Ele passará por exames para avaliar a situação do ombro. A expectativa fica em cima da regularização de Chiquinho e Alemão. A exemplo da Ponte, o Timão estreou com empate: 1 a 1 com o Paulista, em Jundiaí.
Guto Ferreira considerou justo o empate entre Ponte e Mogi Mirim (Foto: Murilo Borges )
- Nós estamos treinando há 15 dias, enquanto que o Mogi começou a preparação em novembro do ano passado. Então, era certeza que haveria uma desvantagem física e que nós teríamos uma queda de produção no segundo tempo, quando fizemos um jogo de superação. Quando perdemos o Rildo, também ficamos sem nosso único jogador de velocidade na frente e não tinha ninguém com as mesmas características para colocar. Isso fez falta com o passar do tempo – analisou o comandante alvinegro, nos vestiários do Estádio Décio Vitta.
ninguém fez por merecer a vitória. Se o Mogi tivesse sido tão superior assim, teria dominado também o primeiro tempo"
Guto Ferreira, técnico da Ponte
- Infelizmente perdemos alguns jogadores importantes para essa posição para essa primeira rodada. Então, eu busquei uma solução com o Ferrugem, que tem bastante velocidade e tentou auxiliar na marcação e no ataque. A ideia não foi efetiva, mas era o que poderíamos fazer, já que tínhamos poucas opções – comentou.
Guto Ferreira, porém, não viu apenas pontos negativos na Ponte. Ele elogiou o primeiro tempo da equipe, reclamou da violência do Mogi e achou que a Macaca foi prejudicada com a não marcação de um pênalti em William. No fim, considerou justo o empate sem gols.
- Foram dois tempos distintos. No primeiro, fomos melhores, criamos boas chances e a arbitragem errou em lances capitais. Teve o lance no William, que quem viu pela televisão achou pênalti. Sem contar a aplicação de cartões. O Mogi bateu muito. O Rildo foi caçado, tanto que teve de sair, mas o árbitro não puniu como deveria. Depois, no segundo tempo, o Mogi melhorou e pressionou, mas ninguém fez por merecer a vitória. Se o Mogi tivesse sido tão superior assim, teria dominado também o primeiro tempo – disse.
Em busca da primeira vitória na temporada, a Macaca volta a campo quarta-feira, às 17h, contra o Corinthians, no Pacaembu. Rildo é dúvida. Ele passará por exames para avaliar a situação do ombro. A expectativa fica em cima da regularização de Chiquinho e Alemão. A exemplo da Ponte, o Timão estreou com empate: 1 a 1 com o Paulista, em Jundiaí.
Nenhum comentário:
Postar um comentário