Ponte é absolvida por confusão nas quartas e garante Majestoso na final
Em julgamento no Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo, Macaca consegue escapar de punição por incidentes na partida contra o Corinthians
O departamento jurídico da Macaca conseguiu adiar o julgamento, que aconteceria na semana passada, e, com maior tempo para obter provas, teve êxito na absolvição. Assim, a equipe se livra de uma punição com perda de mando de campo. Isso porque o clube corria risco de perder dez mandos de campo. Se fosse punida, a final do Torneio do Interior no sábado teria que ser realizada a 150 quilômetros de Campinas.
A Ponte Preta foi enquadrada no artigo 253 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê multa de R$ 100 a R$ 100 mil ao clube que “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto” e perda de mando de uma a dez em caso de “desordem de elevada gravidade”.
O árbitro Raphael Claus não relatou o incidente na súmula, mas a procuradoria da FPF (Federação Paulista de Futebol) fez a denúncia baseada em imagens da televisão.
– Conseguimos fazer justiça. Nosso departamento jurídico trabalhou muito bem e conseguiu provar, através de imagens e argumentos, que o clube não era o responsável pela confusão entre torcedores e policiais – disse o presidente da Ponte, Marcio Della Volpe, à Rádio Bandeirantes de Campinas.
Em 2011, a Ponte já sofreu punição semelhante devido a um episódio parecido. Na oportunidade, quem causou a briga foi a torcida do Guarani, após uma provocação do locutor do Majestoso. Ambos os clubes perderam dez mandos e foram multados em R$ 50 mil cada. Os dois cumpriram a pena levando os jogos como mandante para Araraquara.
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