Vendas de Cleber e Cicinho deixam o 'cofre cheio' para Ponte se reforçar
Zagueiro e lateral rendem à Macaca aproximadamente R$ 10 milhões. Diretoria promete até três contratações para os próximos dias
cheios para a Ponte se reforçar (Foto: EPTV)
Cleber foi vendido por R$ 8 milhões. Do total, cerca de R$ 5 milhões ficaram com a Macaca. A ida de Cicinho para a Vila Belmiro custou R$ 7 milhões ao Santos. Desse montante, a Ponte teve direito a R$ 5 milhões. Foram duas das transferências mais caras da história da Macaca. O presidente Márcio Della Volpe já adiantou que usará parte da verba para contratar.
À espera das indicações do técnico Paulo César Carpegiani, a cúpula alvinegra havia dado um tempo na busca por reforços. A ideia era deixar o treinador primeiro avaliar as carências para depois definir as prioridades. Após uma semana concentrado com o elenco em Águas de Lindóia, Carpegiani já detectou as necessidades. Com o aval do treinador e o dinheiro das vendas de Cleber e Cicinho, não falta mais nada para a diretoria sair às compras.
A prioridade é qualificar, inclusive utilizando os valores dessas vendas"
Márcio Della Volpe
Até o momento, a única aquisição durante o recesso para a Copa das Confederações foi o meia Giovanni, emprestado pelo Corinthians até o fim da temporada.
- Não é segredo para ninguém que a Ponte busca um zagueiro, principalmente depois da saída do Cleber, e também está atrás de meias. O Carpegiani já nos informou onde gostaria que houvesse um fortalecimento. A prioridade é qualificar, inclusive utilizando os valores dessas vendas. Vamos buscar jogadores titulares em seus times. Não é hora de arriscar. precisamos e vamos fazer uma Ponte mais forte – afirmou Della Volpe.
Apesar de ter exigido a permanência de Cicinho quando chegou, Carpegiani encarou com naturalidade a perda do lateral-direito. Se desfazer de Cicinho realmente não estava nos planos da diretoria, porém, a proposta do Santos foi considerada ‘irrecusável’.
- É natural a saída de um jogador ou de outro e a chegada de outros também. É o preço do futebol, mas a diretoria já está ciente do que precisamos – disse o comandante alvinegro.
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