quinta-feira, 11 de julho de 2013

No ritmo Sulamericano ponte apresenta gringos

Sarmiento e Advíncula chegam a Ponte com sotaque, bom humor e promessa de muita dedicação


Crédito obrigatório para reprodução da foto:
PontePress/DJotaCarvalho

Os jornalistas que estiveram presentes à coletiva de apresentação do meia argentino Brian Sarmiento e do lateral peruano Luís Advíncula tiveram que se esforçar. Nem tanto para “hablar”, já que Sarmiento trouxe tradutor para emergências, e Advíncula entende português muito bem, mas sim para entender as respostas carregadas de um sotaque agora bastante comum no Majestoso – além dos dois, Ramirez é outro atleta que se comunica prioritariamente na língua espanhola. Ainda assim, ficou bastante claro que os dois atletas têm muito bom humor e, principalmente, vontade de jogar e conquistar com a camisa da Ponte Preta.

Brian Sarmiento – que revelou ter aprendido a palavra “jantar” (“mui importante”) e conhecer as canções de Michel Teló – entrou na brincadeira quando uma repórter perguntou se sua vinda seria um sinal de que os argentinos  estão conquistando o mundo, já que o papa e o melhor jogador do mundo são do país dele. “Tomara então que quando falarem da Argentina falem do Papa, de Messi e de Sarmiento na Ponte Preta”, brincou.

Falando sério, porém, disse que estar na Macaca é um desafio muito grande, que quer mostrar o bom futebol e ajudar o time a crescer, bem como garantiu que o idioma não será obstáculo.  “Em campo o idioma é o mesmo, é dedicação, trabalho e esforço para vencer”, garantiu o atleta, que fez seu último jogo há dez dias e afirmou estar pronto para atuar já neste sábado se o treinador definir por ele.

Luís Advíncula contou que ouvia muito os amigos brasileiros do Hoffenhein conversando e por isso compreende tudo em português, apesar de não falar muito bem – e de, como o colega de seleção peruana Ramirez, não ser muito fã de dar entrevistas.

El Rayo contou ainda que viu algumas partidas de Cicinho, mas não considera que veio para ocupar o lugar do ex-atleta alvinegro. “Não venho substituir, mas somar. Venho para trabalhar, dar o melhor e construir meu nome aqui”, conta o jogador, lembrando que o futebol peruano vive um bom momento e que espera uma oportunidade de jogar na Copa do Mundo no Brasil.

Advíncula conta que estava em férias na Europa e, por isso, acredita que esteja com 60 a 70% de suas plenas condições físicas, mas garantiu que, se o treinador precisar de seu futebol técnico, rápido e forte, pode jogar a partir de já.

Nenhum comentário:

Postar um comentário