Sarmiento e Advíncula chegam a Ponte com sotaque, bom humor e promessa de muita dedicação
Crédito obrigatório para reprodução da foto:
PontePress/DJotaCarvalho
PontePress/DJotaCarvalho
Os jornalistas que
estiveram presentes à coletiva de apresentação do meia argentino Brian
Sarmiento e do lateral peruano Luís Advíncula tiveram que se esforçar.
Nem tanto para “hablar”, já que Sarmiento trouxe tradutor para
emergências, e Advíncula entende português muito bem, mas sim para
entender as respostas carregadas de um sotaque agora bastante comum no
Majestoso – além dos dois, Ramirez é outro atleta que se comunica
prioritariamente na língua espanhola. Ainda assim, ficou bastante claro
que os dois atletas têm muito bom humor e, principalmente, vontade de
jogar e conquistar com a camisa da Ponte Preta.
Brian Sarmiento – que
revelou ter aprendido a palavra “jantar” (“mui importante”) e conhecer
as canções de Michel Teló – entrou na brincadeira quando uma repórter
perguntou se sua vinda seria um sinal de que os argentinos estão
conquistando o mundo, já que o papa e o melhor jogador do mundo são do
país dele. “Tomara então que quando falarem da Argentina falem do Papa,
de Messi e de Sarmiento na Ponte Preta”, brincou.
Falando sério, porém,
disse que estar na Macaca é um desafio muito grande, que quer mostrar o
bom futebol e ajudar o time a crescer, bem como garantiu que o idioma
não será obstáculo. “Em campo o idioma é o mesmo, é dedicação, trabalho
e esforço para vencer”, garantiu o atleta, que fez seu último jogo há
dez dias e afirmou estar pronto para atuar já neste sábado se o
treinador definir por ele.
Luís Advíncula contou
que ouvia muito os amigos brasileiros do Hoffenhein conversando e por
isso compreende tudo em português, apesar de não falar muito bem – e de,
como o colega de seleção peruana Ramirez, não ser muito fã de dar
entrevistas.
El Rayo contou ainda
que viu algumas partidas de Cicinho, mas não considera que veio para
ocupar o lugar do ex-atleta alvinegro. “Não venho substituir, mas somar.
Venho para trabalhar, dar o melhor e construir meu nome aqui”, conta o
jogador, lembrando que o futebol peruano vive um bom momento e que
espera uma oportunidade de jogar na Copa do Mundo no Brasil.
Advíncula conta que
estava em férias na Europa e, por isso, acredita que esteja com 60 a 70%
de suas plenas condições físicas, mas garantiu que, se o treinador
precisar de seu futebol técnico, rápido e forte, pode jogar a partir de
já.
Nenhum comentário:
Postar um comentário