Em alta, Pasto defende série invicta contra a Ponte, seu último algoz
Desde a última derrota para a Macaca, no jogo de ida das oitavas da Copa Sul-Americana, time colombiano tem série de quatro vitórias e um empate
Pressão, altitude e um adversário em alta. A Ponte Preta pode esperar
por essas e outras dificuldades no duelo contra o Deportivo Pasto,
terça-feira, às 22h15 (de Brasília), em San Juan de Pasto, na Colômbia,
pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana. Se a catimba e a questão
geográfica já eram conhecidas desde o jogo de ida, em 25 de setembro, o
outro ingrediente ganhou força de lá para cá. A derrota por 2 a 0 em
Campinas foi justamente a última do time colombiano.
Desde então, o Pasto engrenou uma sequência de quatro vitórias que só parou no empate por 2 a 2 sobre o Atlético Huila, na última sexta-feira. Antes, a equipe havia vencido Boyacá Chicó (4 a 3), Alianza Petrolera (2 a 1), Cúcuta Deportivo (2 a 1) e La Equidad (4 a 1). Dos cinco jogos invictos, apenas o triunfo sobre o Alianza Petrolera foi disputado fora de casa. Os demais aconteceram no Estádio Libertad, palco do confronto com a Macaca.
Ponte foi o último time a vencer o Pasto: no Moisés Lucarelli, triunfo por 2 a 0 e embalo (Foto: Reuters)
Os resultados fizeram o Pasto deixar para trás a décima colocação e a
incômoda ameaça de rebaixamento para assumir a vice-liderança da
primeira divisão colombiana, com 26 pontos, dez a menos que o líder
Atlético Nacional. Mina é o artilheiro do Deportivo na temporada, com
nove gols. Lalinde aparece com oito.
A arrancada colombiana é justamente o que a Ponte precisa no Brasileirão para escapar do rebaixamento. A equipe está na vice-lanterna, com 30 pontos, seis a menos que o Bahia, o primeiro fora da zona da degola. Se quiser permanecer na elite nacional sem depender de outros resultados, a Macaca tem de conquistar pelo menos cinco vitórias nos oito compromissos restantes.
A boa fase na competição nacional passa confiança para o Pasto tentar
tirar a boa vantagem construída pela Ponte no Majestoso. Para avançar
direto, o time colombiano precisa vencer por três gols de diferença.
Caso repita o placar da ida, a decisão vai para os pênaltis. Empate e
derrota por um gol de diferença ou por dois a partir de 3 a 1
classificam a Macaca. Quem passar, terá pela frente o argentino Vélez
Sarsfield nas quartas de final.
– Esperamos um jogo bem ao estilo sul-americano, com muito contato. Tem uma série de fatores que podem nos complicar lá, mas estamos preparados. Temos jogadores experientes e acredito que vamos voltar para casa com a classificação – afirmou o lateral-direito Régis.
Nesta segunda, a Macaca embarca para Pasto e inicia os preparativos para encarar a altitude, além da força colombiana. A partida desta terça terá transmissão em Tempo Real, a partir das 21h30 (de Brasília).
Desde então, o Pasto engrenou uma sequência de quatro vitórias que só parou no empate por 2 a 2 sobre o Atlético Huila, na última sexta-feira. Antes, a equipe havia vencido Boyacá Chicó (4 a 3), Alianza Petrolera (2 a 1), Cúcuta Deportivo (2 a 1) e La Equidad (4 a 1). Dos cinco jogos invictos, apenas o triunfo sobre o Alianza Petrolera foi disputado fora de casa. Os demais aconteceram no Estádio Libertad, palco do confronto com a Macaca.
A arrancada colombiana é justamente o que a Ponte precisa no Brasileirão para escapar do rebaixamento. A equipe está na vice-lanterna, com 30 pontos, seis a menos que o Bahia, o primeiro fora da zona da degola. Se quiser permanecer na elite nacional sem depender de outros resultados, a Macaca tem de conquistar pelo menos cinco vitórias nos oito compromissos restantes.
– Esperamos um jogo bem ao estilo sul-americano, com muito contato. Tem uma série de fatores que podem nos complicar lá, mas estamos preparados. Temos jogadores experientes e acredito que vamos voltar para casa com a classificação – afirmou o lateral-direito Régis.
Nesta segunda, a Macaca embarca para Pasto e inicia os preparativos para encarar a altitude, além da força colombiana. A partida desta terça terá transmissão em Tempo Real, a partir das 21h30 (de Brasília).
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