sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Ha exatos 10 anos Gigena se tornava idolo

Ponte celebra dez anos do dérbi que consagrou Gigena; Relembre aqui

Em 11 de outubro de 2003, argentino entrou para a galeria de ídolos da Macaca ao marcar três gols na vitória sobre o rival Guarani, no Brinco

Gigena ponte preta vs santos (Foto: Eduardo Beck / Agência Estado)Gigena foi carrasco foi carrasco no dérbi e virou
ídolo (Foto: Eduardo Beck / Agência Estado)
Dez anos é muito tempo? Depende do ponto de vista. Quem perde um jogo não fará muita força para lembrar da data após uma década. Esses são os alviverdes. Mas histórias sempre têm outro lado. Neste caso específico, o alvinegro. O dia 11 de outubro marca o nascimento de um ídolo, que, apesar de ter feito pouco, marcou muito no Moisés Lucarelli: Dario Gigena.
Há exatos dez anos, o desconhecido atacante argentino foi o destaque da maior rivalidade do interior do Brasil. Com três gols, Gigena fez a Ponte Preta vencer o dérbi contra o Guarani na casa do adversário, por 3 a 1, pelo segundo turno do Campeonato Brasileiro. Foi talvez o único grande momento do gringo com a camisa alvinegra, mas suficiente para que a torcida ainda o exaltar. Veja os detalhes deste jogo no Futepédia.
Naquela tarde chuvosa em Campinas, Gigena abriu o placar aos 20 minutos, ao receber cruzamento rasteiro e bater no canto esquerdo de Jean. Na comemoração, tirou uma máscara de macaco, o que já lhe rendeu pontos com a torcida presente ao Brinco. Pontos esses que ficariam mais altos na sequência, quando o camisa 9 converteu pênalti e ampliou a vantagem.
Wagner tentou recolocar o Guarani na partida aos 28 minutos, mas a partida era mesmo de Gigena. Quase nos acréscimos, o argentino teve mais uma chance de balançar as redes em cobrança de pênalti. Chutou nas mãos de Jean, mas Rodrigo Martins Cintra mandou voltar. Na segunda chance, o gringo não desperdiçou e marcou o nome na história da Ponte Preta.
- É uma honra, muito especial - falou o atacante após o jogo.
Gigena teve a chance de voltar à Ponte e participar da campanha do acesso à elite do Brasileirão em 2011, mas sem ajudar muito em campo. Mesmo assim, o argentino não será esquecido tão cedo. Nem em dez, vinte ou trinta anos.

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