Reclamação, alegria, alívio e otimismo marcam noite de Márcio Della Volpe
Presidente da Ponte Preta não gosta da arbitragem, comemora gol de falta, e acredita no título da Macaca, com a presença de 3.500 torcedores na Argentina
Aos olhos do presidente Márcio Della Volpe, do alambrado do Paulo Machado de Carvalho, a Macaca encarou um jogo difícil, com erros de arbitragem e um gol salvador. Um resultado importante, que deixa os torcedores da Macaca otimistas para o jogo de volta.
Para os que apontavam o Lanús como favorito ao título, disse Della Volpe, "a resposta veio dentro de campo". Os argentinos pouco criaram. Chegaram, é verdade, mas desperdiçaram a melhor chance da partida, ainda no primeiro tempo, com Santiago Silva.
- Ele estava muito confiante naquela hora. Para nós foi maravilhoso. A sorte estava ao nosso lado - disse o presidente, que se irritou com a arbitragem, principalmente nos dois lances que originaram os gols da partida.
- A arbitragem estava em uma noite infeliz. O lance da falta do Lanús, não foi falta. A falta do gol da Ponte Preta, ele não viu. Ele nem viu, e depois deu cartão amarelo. O juiz não veio para nos prejudicar, mas estava numa noite infeliz - comentou Márcio Della Volpe, otimista, mesmo com o empate em 1 a 1.
- Podemos fazer o resultado lá. Provamos aqui, mais uma vez, que temos essa força. Temos que jogar com força, determinação. Perdemos o Uendel, mas temos que superar tudo isso. Vai ser com sofrimento, mas tenho certeza que vamos voltar com esse caneco - declarou o presidente, que espera ver aproximadamente 3.500 torcedores da Ponte Preta no estádio Fortaleza, na próxima quarta-feira, no jogo de volta.
- A expectativa é essa, de 3.500 torcedores. São 4.500 ingressos à disposição. Lotamos o Pacaembu, não custa colocar 3.500 torcedores na Argentina. Estamos crescendo. Vamos indo, passo a passo - finalizou o presidente.
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