Com retrospecto a favor, jogo de ida vira arma da Ponte na Sul-Americana
Macaca abriu três das quatros fases que disputou até agora com vitória. Artur e César pregam importância de conquistar boa vantagem nesta quarta-feira, contra o Lanús
Uma
série mata-mata é definida em 180 minutos. Teoricamente, cada parte de
90 minutos tem peso igual. A Ponte Preta, no entanto, tem mostrado na
prática que a primeira parte, dentro ou fora de casa, é um grande passo
para a classificação. Com retrospecto a favor, o jogo de ida virou uma
das principais armas da Macaca para chegar à final da Sul-Americana. Das
quatro fases que disputou até agora, a Alvinegra abriu três com
vitória.
Leonardo marca o segundo da Ponte no Morumbi: vitória garantiu tranquilidade para segundo jogo (Foto: Marcos Ribolli)
O time está invicto em primeiras partidas. Contra Criciúma, Deportivo Pasto e São Paulo, saiu em vantagem, com vitórias por 2 a 1 em Santa Catarina, 2 a 0 em Campinas, e 3 a 1 no Morumbi, respectivamente. Depois, apenas administrou no segundo duelo: ficou no 0 a 0 com o Criciúma, perdeu por 1 a 0 para o Pasto e empatou por 1 a 1 com o São Paulo.
O
único confronto que a Ponte precisou fazer o resultado na partida de
volta foi contra o Vélez Sarsfield, pelas quartas de final. Ainda assim,
levou para a Argentina o melhor empate para quem faz o jogo de ida como
mandante: 0 a 0. Como não levou gols em casa, jogava pela igualdade com
gols em Buenos Aires. Foi além, ao vencer por 2 a 0.
Para o lateral-direito Artur, os números reforçam a importância de um desempenho positivo no primeiro jogo. Manter o aproveitamento é o principal objetivo da Macaca nesta quarta-feira, quando inicia a decisão da Sul-Americana contra o Lanús. A bola rola a partir das 21h50, no Pacaembu. O mando é da Ponte, mas a questão da capacidade tirou a partida do Moisés Lucarelli. Artur minimiza o local do confronto e confia no apoio da torcida em São Paulo.
– Não podemos ligar para a questão do estádio em uma final. Jogar no Pacaembu vai ser bom. Vamos fazer de lá a nossa casa, assim como foi em Mogi. O importante é a torcida jogar junto, como vem fazendo, e o time manter a postura. Não podemos tomar gol. Vamos buscar a vitória para depois jogar fechadinho fora de casa, como já fizemos contra São Paulo, Vélez e Pasto – comentou o lateral-direito alvinegro.
Vale lembrar que, ao contrário das fases anteriores, o gol fora de casa não é critério de desempate. Sem levar o regulamento ao pé da letra, César também coloca o fato de a defesa da Ponte não ser vazada como fundamental para a busca pelo título inédito. Segundo ele, é melhor fazer o primeiro jogo em casa, para já tentar encaminhar a situação.
– Nós já mostramos que o primeiro jogo é fundamental. É assim que temos de pensar. Não podemos deixar passar a chance. Principalmente em relação a sofrer gols. Se formos para a Argentina com um bom resultado daqui, nossas chances aumentam muito – comentou.
Depois desta quarta, Ponte e Lanús voltam a se encontrar dia 11, em ‘La Fortaleza’, também às 21h50 (de Brasília).
No único duelo contra um rival argentino, a Ponte fez o resultado fora de casa (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
O time está invicto em primeiras partidas. Contra Criciúma, Deportivo Pasto e São Paulo, saiu em vantagem, com vitórias por 2 a 1 em Santa Catarina, 2 a 0 em Campinas, e 3 a 1 no Morumbi, respectivamente. Depois, apenas administrou no segundo duelo: ficou no 0 a 0 com o Criciúma, perdeu por 1 a 0 para o Pasto e empatou por 1 a 1 com o São Paulo.
Para o lateral-direito Artur, os números reforçam a importância de um desempenho positivo no primeiro jogo. Manter o aproveitamento é o principal objetivo da Macaca nesta quarta-feira, quando inicia a decisão da Sul-Americana contra o Lanús. A bola rola a partir das 21h50, no Pacaembu. O mando é da Ponte, mas a questão da capacidade tirou a partida do Moisés Lucarelli. Artur minimiza o local do confronto e confia no apoio da torcida em São Paulo.
– Não podemos ligar para a questão do estádio em uma final. Jogar no Pacaembu vai ser bom. Vamos fazer de lá a nossa casa, assim como foi em Mogi. O importante é a torcida jogar junto, como vem fazendo, e o time manter a postura. Não podemos tomar gol. Vamos buscar a vitória para depois jogar fechadinho fora de casa, como já fizemos contra São Paulo, Vélez e Pasto – comentou o lateral-direito alvinegro.
Vale lembrar que, ao contrário das fases anteriores, o gol fora de casa não é critério de desempate. Sem levar o regulamento ao pé da letra, César também coloca o fato de a defesa da Ponte não ser vazada como fundamental para a busca pelo título inédito. Segundo ele, é melhor fazer o primeiro jogo em casa, para já tentar encaminhar a situação.
– Nós já mostramos que o primeiro jogo é fundamental. É assim que temos de pensar. Não podemos deixar passar a chance. Principalmente em relação a sofrer gols. Se formos para a Argentina com um bom resultado daqui, nossas chances aumentam muito – comentou.
Depois desta quarta, Ponte e Lanús voltam a se encontrar dia 11, em ‘La Fortaleza’, também às 21h50 (de Brasília).
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