Quarto vira vestiário para guardar armas da Ponte Preta contra o Lanús
Staff da Macaca adapta espaço para preparar o material usado nos treinos e também o uniforme da grande decisão da Copa Sul-Americana, nesta quarta, na Argentina
Saíram as camas, mesas e cadeiras e entraram chuteiras, uniformes, bolas e caixas com tudo que o elenco da Macaca precisa para buscar o primeiro título de expressão da história do clube em 113 anos. É neste quartel general que estão guardadas as armas da Alvinegra campineira para a grande decisão da Sul-Americana contra o Lanús, nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília).
Os principais responsáveis pela organização são os roupeiros Bezerras e "seu" Robertinho. A dupla levanta cedo. O trabalho é cansativo e cuidadoso, mas a prática torna tudo mais simples. Eles separam os uniformes de treino e de jogo. Além da camisa, do calção e dos meiões, há diferença nas chuteiras. A maioria prefere usar um tipo para treinar e outro para jogar.
O Fellipe Bastos vai fazer. Essa chuteira aqui já brilhou no Pacaembu e vai dar alegria de novo"
Bezerra, roupeiro
– O Fellipe Bastos vai fazer de novo. Essa chuteira aqui já brilhou no Pacaembu e vai dar alegria de novo. Também acho que o Leo vai marcar.
Os roupeiros também revelaram o uniforme que a Macaca irá vestir na final. Os comandados de Jorginho vão entrar em campo com a camisa 1, branca com a tradicional faixa preta na diagonal, calção e meiões pretos. Bezerra preferiria que o time jogasse todo de preto, mas a questão da cor não faz o profissional mudar seu palpite para o jogo.
– Seja com qual roupa que for, vamos entrar para vencer.
– Nada de beber água argentina – brincou o massagista Rogério, em referência à polêmica da água batizada entregue por um massagista da seleção argentina ao lateral-esquerdo Branco, do Brasil, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 1990, vencida pelos hermanos por 1 a 0, em Turim, na Itália.
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