Jorginho critica maratona de jogos para defender grupo da Ponte Preta
Técnico bate na tecla do cansaço para justificar rendimento abaixo do esperado na derrota para o Vitória: 'O corpo não obedecia a cabeça'
Enquanto
os jogadores da Ponte Preta admitiram o cansaço, mas evitaram apontar a
questão como ‘desculpa’ para a atuação na derrota por 3 a 0 para o
Vitória, no último domingo, o técnico Jorginho não teve de dúvidas
em colocar a parte física como determinante para o resultado negativo e
criticou a maratona de jogos para defender o grupo da fraca atuação.
- Perdemos porque, na realidade, bateu o cansaço. Entramos em campo menos de 72 horas depois de jogar na Argentina. É um acúmulo de jogos e de esforço desumano. Não tenha dúvida que os jogadores queriam muito, mas não foi possível. O corpo não obedecia a cabeça. Chegamos atrasados em todos os momentos, não diminuímos os espaços – comentou.
Uendel foi citado como exemplo de jogador que estava no limite físico (Foto: Carlos Velardi / EPTV)
O comandante alvinegro citou os ‘incansáveis’ Baraka e Uendel, dois dos
que mais atuaram pela Macaca na temporada, como exemplos do desgaste e
ainda citou o forte calor que fez em Campinas no último domingo (os
termômetros chegaram a marcar 34ºC) e o horário da partida como
agravantes para prejudicar o desempenho do time.
- A gente até brinca que o Baraka parece um pouco android, que não sente o cansaço, mas não tem jeito, a coisa vai batendo. O Uendel, que também já jogou muitos jogos consecutivos, pouco apoiou e não rendeu o que vinha apresentando. Outra dificuldade foi o clima, que favoreceu muito mais o Vitória, acostumado com o forte calor o tempo todo. Se o jogo fosse 19h30, seria bem diferente – afirmou.
A Macaca entrou em campo para enfrentar o Vitória menos de 72 horas depois de bater o Vélez Sarsfield na Argentina. De volta ao Brasil na noite de sexta-feira, quando ainda teve uma recepção com festa por parte da torcida no Majestoso, o grupo, que estava fora de Campinas por uma semana, ainda fez um leve treino na tarde de sábado. Agora, terá novamente pouco tempo para descansar. Quarta-feira já tem pela frente o Goiás, no Serra Dourada, e mais uma viagem – a delegação embarcará para a capital goiana na noite de terça.
- Estamos tentando de todas as formas minimizar os efeitos do cansaço. Nem estamos treinando direito, apenas reabilitando os jogadores, mas não tem jeito. Vamos precisar fazer revezamento. Contra o Goiás, a ideia é montar uma equipe mais descansada para suportar o clima seco e o campo grande que vamos enfrentar no Serra Dourada – concluiu Jorginho.
Além do cansaço, a Macaca precisa lidar com a pressão psicológica pelo risco de rebaixamento. Na vice-lanterna, tem 34 pontos, três a menos que o Vasco, primeiro time fora do Z-4.
- Perdemos porque, na realidade, bateu o cansaço. Entramos em campo menos de 72 horas depois de jogar na Argentina. É um acúmulo de jogos e de esforço desumano. Não tenha dúvida que os jogadores queriam muito, mas não foi possível. O corpo não obedecia a cabeça. Chegamos atrasados em todos os momentos, não diminuímos os espaços – comentou.
- A gente até brinca que o Baraka parece um pouco android, que não sente o cansaço, mas não tem jeito, a coisa vai batendo. O Uendel, que também já jogou muitos jogos consecutivos, pouco apoiou e não rendeu o que vinha apresentando. Outra dificuldade foi o clima, que favoreceu muito mais o Vitória, acostumado com o forte calor o tempo todo. Se o jogo fosse 19h30, seria bem diferente – afirmou.
A Macaca entrou em campo para enfrentar o Vitória menos de 72 horas depois de bater o Vélez Sarsfield na Argentina. De volta ao Brasil na noite de sexta-feira, quando ainda teve uma recepção com festa por parte da torcida no Majestoso, o grupo, que estava fora de Campinas por uma semana, ainda fez um leve treino na tarde de sábado. Agora, terá novamente pouco tempo para descansar. Quarta-feira já tem pela frente o Goiás, no Serra Dourada, e mais uma viagem – a delegação embarcará para a capital goiana na noite de terça.
- Estamos tentando de todas as formas minimizar os efeitos do cansaço. Nem estamos treinando direito, apenas reabilitando os jogadores, mas não tem jeito. Vamos precisar fazer revezamento. Contra o Goiás, a ideia é montar uma equipe mais descansada para suportar o clima seco e o campo grande que vamos enfrentar no Serra Dourada – concluiu Jorginho.
Além do cansaço, a Macaca precisa lidar com a pressão psicológica pelo risco de rebaixamento. Na vice-lanterna, tem 34 pontos, três a menos que o Vasco, primeiro time fora do Z-4.
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